Hoje, enquanto via as tablóide-notícias da televisão, levadas ao extremo da repetição por qualquer das emissoras televisivas (em canal aberto ou no cabo), ouvi um padre italiano (jesuita, creio eu...) a dizer que Deus é Amor! Face a situações que forçam a redefinição da nossa condição humana, como aquela que se vive em Itália, aprecio a Igreja que consegue "entregar" um Deus Amor, entidade abstracta q.b., em substituição de um Deus normativo e punitivo, representado na Terra por "instituições" mais ou menos talibans*. Não consigo, ainda assim, deixar de assinalar a adaptabilidade do discurso à circunstância (ironia minha q.b., igualmente!).
Declaração de Princípio: Posição Levemente ateia com aproximação a posição agnóstica, talvez explicado pela constante aproximação do momento de finar!
* O que quer que o termo signifique!
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